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Sábado, 30 de Julho de 2011

Escrita interrompida

Gosto de escrever. Sei que não o faço muito bem, mas continuo a gostar de escrever. Há qualquer coisa de fascinante em materializarmos as nossas ideias, seja numa folha de papel, seja no ecrã do computador. Todos nós temos imensas histórias por contar. Alguns, conseguem publicá-las e ganhar fama, notoriedade e dinheiro. Outros contentam-se em escrever, em 'despejar' aquela ideia, organizá-la e deixá-la ali bem arrumada no caderno ou no arquivo do computador. Seja como for, há alguma coisa que nos impele a escrever.

Curiosamente, eu nunca fui muito de escrever em papel. Sempre me senti mais à vontade a escrever no computador. Pensando nisso, talvez se tratasse de algum pudor, ou mesmo medo, que alguém pudesse ler o que eu tinha escrito. No computador apenas eu mexia, pelo que me sentia aí muito mais à vontade.

Já escrevi várias pequenas histórias, mas devo ter começado dezenas mais, algumas das quais já nem me lembro onde estão. É-me muito mais fácil começar uma história do que terminá-la. Qualquer coisa, ou qualquer situação me pode despertar para compor uma história. No entanto, muito poucas acabam por ser escritas. Neste momento tenho alguns seis ou sete ficheiros com histórias começadas, mas por acabar. Há duas que talvez até se possam fundir numa só, mas as outras são ideias completamente diferentes.

Com esta coisa dos blogs, há muitos aspirantes a autores, como eu, que publicam os seus textos nessa forma. Para textos curtos, até pode funcionar, mas para textos grandes, a coisa já não me parece tão indicada. Regra geral, os blogs apresentam os artigos por ordem cronológica inversa, o que convenhamos não é muito bom para uma história que se prolongue por vários artigos. Para isso, penso ser preferível um site, com páginas distintas dedicadas a cada história, e com um menu que permita navegar de capítulo em capítulo de forma intuitiva. No entanto, e antes que divague mais, o importante é escrever. Se divulga ou não o que escreve é consigo, tal com a forma como o faz, se o vier a fazer.

E se não conseguir escrever? Felizmente não tenho obrigatoriedade de escrever, faço-o apenas por lazer, pelo que se não me apetecer, vou fazer outra coisa qualquer. Mas aqueles que ganham a vida a escrever, como controlarão essas questões da vontade e da inspiração? Quem sabe se algum dos seus métodos me pode ajudar a acabar os meus textos?

publicado por AReis às 18:49
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